segunda-feira, 6 de maio de 2013

46 - 1000 Dia das Mães

          

          O Dia das Mães nasceu pequeno e humilde, em 1907, numa cidadezinha do interior americano chamada Grafton, no Estado de West Virginia, graças ao persistente esforço de uma moça do povo.
          Chamava-se ela ANNE JARVIS e perdera sua mãe, a quem amava com profundo amor, a 9 de maio de 1906.
          No ano seguinte, ao comemorar o primeiro aniversário da morte da mãe, ANNE JARVIS lhe prestou sentida homenagem. Mas, ficou a pensar nas outras mães já falecidas que nem sempre tinham um filho que as pudesse visitar no cemitério.
          ANNE JARVIS tomou a iniciativa de escrever uma carta ao Governador de seu Estado - SR. William Glasscock, sugerindo que organizasse anualmente uma comemoração especial para as mães, mortas ou vivas.
          O governador de West Virginia achou a ideia magnífica e baixou um decreto já em 1910, instituindo oficialmente o segundo domingo do mês de Maio como o "DIA DAS MÃES".
          Desde então têm tomado cada ano maior incremento os festejos tão emocionantes, tão caros ao corações de todos as criaturas humanas, do "DIA DAS MÃES". Assim todos, a comunidade inteira tem a oportunidade única de homenagear o maior dos seres - A MÃE!

Um poema de Roberto Peixoto

HOMENAGEM AO "DIA DAS MÃES"

MÃE é a mulher dentre as flores a mais bela,
É o perfume emanado pela brisa,
É o lenitivo que ao mundo a dor suavisa,
É manhã cheia de sol de primavera.

É vida, é amor, é astro que irradia,
É alento ao coração da humanidade
É serva do homem, com toda humildade,
É intrépida bandeira dia a dia.

É o sorriso, é a voz da natureza,
É brando de amor que aos corações alegra,
É a imagem de Deus que em nós congrega,
É um Jesus que suporta as asperezas.

Mãe é a mulher do caminho mais seguido,
É por ela que as paixões se ultrapassam,
É por ela que as espadas se espedaçam.
É por ela que este mundo tem sentido.





FADA - MAMÃE
(MÚSICA - a praça)
 (Autor desconhecido por minha pessoa)
                     

Eu hoje estou pensando muito, muito na mamãe
Que é como uma fada que vive a me proteger
Seus dedos delicados que carinhos só me dão
São como uma varinha de condão.

Estribilho
Ó minha mãe! Meu doce bem
Eu te consagro um amor puro e sem fim
Estou feliz, muito feliz
Porque eu tenho a mamãe perto de mim.

                                    II
Se eu estou chorando ela sabe me alegrar
Quando estou com fome algo bom ela me dá
A minha roupa limpa sempre está em seu lugar
E depois ela vem me abraçar!

Estribilho
Ó minha mãe! Meu doce bem etc. . . .

                                   III
Se eu estou doente a mamãe fica tristonha
Mas se faço uma arte á zangada que eu a vejo
E depois disso tudo eu a quero ver risonha
E termina o nosso dia com um beijo

Estribilho
Ó minha mãe! Meu doce bem etc.

                                   IV
Quando anoitece antes de eu adormecer
Beijo a mamãe e faço a minha oração
Se joelhos eu imploro a Deus para a proteger
E dar-lhe longa vida e proteção.

Estribilho
Ó minha mãe! Meu doce bem etc.


























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